quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O Descartes brasileiro


É preciso repensar o Brasil!
Nunca fui adepto de qualquer patriotismo. A única causa que defendo com unhas e dentes é apenas a minha. No entanto, eu acredito que a maior parte da nossa brasilidade está fundada em imbecilidades assimiladas a partir da mídia em geral, algo que pode ser facilmente observado nas ênfases dadas ao caso Lindemberg/Eloá e ao episódio do vandalismo cometido no carnaval de São Paulo. Diante de tudo isto, pergunto-me:
1- Por que a mídia e o povo com mentalidade de ovelha não se questionaram sobre o caso do Pinheirinho, onde uma ordem judicial de âmbito federal foi descumprida pelo Governo Estadual em detrimento de pessoas que viviam imersos em uma grande pobreza?
2- Por que a mídia e o povo com mentalidade de ovelha não se questionaram sobre os 23 milhões de reais dados pela prefeitura de São Paulo para a realização de uma festa que atende interesses privados?
Acredito que um pouco do PRINCÍPIO CARTESIANO DA DÚVIDA seria mais do que necessário para que as pessoas abrissem os olhos.
É preciso refletir!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O "PODER" DA JUSTIÇA!

Derrota, derrota, derrota. A Justiça entendeu como correta a aplicação da lei 11.738/08 por parte da Secretaria do Estado da Educação do Estado de São Paulo - leia o parecer abaixo.

Quando o assunto é o destino da Educação da Rede Estadual de Ensino de São Paulo, já sabemos que qualquer processo nas mãos de qualquer juiz vale muito mais do que um café em uma padaria de luxo. Parece-me que o parâmetro para as decisões não é a justiça, tampouco o bem público, mas a vitória política do partido político que por mais de duas décadas reina no Estado de São Paulo graças a ignorância daqueles eleitores que julgam que "pior que está não fica". Entendo que a democracia sem a consciência resulta exatamente nisso!

Lamento verdadeiramente a oportunidade que perdemos de termos uma educação de melhor qualidade. Diante da quantidade monstruosa que envolve os afazeres docentes, só me resta apresentar-me diante das muitas salas dos meus dois cargos como um animador de palco. Sinto-me impotente diante da necessidade de atender individualmente os meus alunos. Infelizmente, a educação da rede pública do Estado de São Paulo continuará excludente.


Consultem também no link:
http://esaj.tjsp.jus.br/cpo/sg/show.do?processo.codigo=RI0015EIN0000



Flashaml
30/01/2012